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O que o Tarô pode ensinar sobre paciência e processo

Como as cartas do Tarô ajudam a entender o tempo das coisas sem cair na pressa ou na desistência.


a carta da temperança do tarô no meio de pétalas de flores rosa
A Paciência no Tarô

Uma das maiores fontes de sofrimento hoje é a pressa.


Pressa de resolver, de decidir, de ver resultado, de “passar de fase”.


O Tarô, por trabalhar com símbolos e processos internos, costuma lembrar algo que a gente não gosta de ouvir: algumas coisas não se resolvem à força, e sim com tempo, maturação e ajustes ao longo do caminho.


Paciência, aqui, não é passividade.


É saber sustentar um processo sem tentar controlar cada etapa.



Paciência no Tarô não é “esperar sem fazer nada”


Quando falamos em paciência, muita gente imagina ficar parado, sem ação.


Mas o Tarô mostra outra visão: paciência como constância com consciência.


Cartas como 7 de Ouros e 8 de Ouros representam bem isso:

  • o 7 de Ouros fala de avaliar, esperar o tempo do desenvolvimento e ajustar expectativas;

  • o 8 de Ouros fala de continuidade, prática e aperfeiçoamento.


Ou seja: não é sobre parar, é sobre não apressar o que ainda está sendo construído.



Cartas que lembram que processo existe


Algumas cartas aparecem justamente quando a pessoa quer pular etapas.


  • A Temperança: equilíbrio, ritmo, integração.

  • O Dependurado: pausa para mudar perspectiva e não insistir no impulso.

  • 4 de Espadas: descanso e reorganização antes de seguir.

  • A Lua: incerteza que pede observação e tempo, não resposta imediata.


Essas cartas não “bloqueiam” a pessoa.


Elas mostram que o avanço real exige uma etapa anterior: compreensão, ajuste ou descanso.



Quando a pressa vira ansiedade, o Tarô mostra


Muitas leituras ficam repetitivas porque o consulente pergunta várias vezes a mesma coisa, esperando que o cenário mude rapidamente.


Nesses casos, o Tarô tende a repetir mensagens ou trazer cartas que indicam pausa.


Não como bronca, mas como orientação:

o processo está em andamento, e insistir na mesma pergunta só aumenta desgaste.


Aqui entra um dilema útil para reflexão:

você está perguntando de novo porque quer clareza ou porque quer alívio imediato?



Processo também é aprender a lidar com o “meio do caminho”


A parte mais difícil de qualquer processo não é o começo nem o fim.


É o meio.


O Tarô ensina a reconhecer esse “meio” quando aparecem cartas de transição, como:


  • 6 de Espadas: deslocamento gradual;

  • 2 de Bastões: planejamento antes do salto;

  • 8 de Copas: perceber que algo não nutre mais, mas ainda não ter o novo definido.


Essas cartas mostram uma verdade simples:

nem sempre você está atrasado, às vezes, você está exatamente na fase que precisa estar.



O Tarô ensina que paciência não é “aguentar calado” e nem “esperar a vida decidir”.


É aprender a respeitar o tempo das coisas, sustentar o que está sendo construído e agir no ritmo certo.


Quando a pessoa entende o processo, ela para de viver como se tudo tivesse que ser resolvido agora.


E começa a fazer escolhas mais conscientes:

o que vale insistir, o que precisa de tempo, e o que já está pedindo ajuste.


No fim, a pergunta que fica é:

você quer resultado rápido ou quer algo que se sustente ao longo do tempo?


Quer aprender tarô de forma clara e estruturada:


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